O DRIBLE DO RONALDINHO: Empresária pagou U$ 18 mil por documentos falsos


Mais um capítulo foi revelado no caso onde Ronaldinho Gaúcho foi preso no Paraguai. Um mecânico e um auxiliar de contabilidade afirmaram em depoimento à Polícia paraguaia que teriam feito os pedidos de confecção dos documentos falsos para R10, Assis e para o empresário Wilmondes Sousa Lira. Eles ainda declaram que pagaram U$ 18 mil (cerca de R$ 85,2 mil, segundo a cotação atual) pelos documentos falsos. A informação é do UOL.

Detido em Assunção desde o dia 6 de março, o Ronaldinho teve um pedido de prisão domiciliar negado pela Justiça. De acordo com as falas ao Ministério Público, o mecânico Iván Ocampo e o contábil Sebastián Medina teriam dado dinheiro para o funcionário do Departamento de Imigrações, Bernardo Arellano. Ao todo, foram U$ 6 mil pela cédula de identidade e passaporte de cada pessoa, ato ilegal no país.

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