BOQUETE: Prefeito que fez sexo oral em elevador é acusado de improbidade; veja vídeo

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Flagrado praticando sexo oral dentro do elevador de um hotel do Distrito Federal em abril deste ano, o prefeito de Tibagi (PR), Rildo Emanoel Leonardi (MDB), voltou a ser alvo de polêmicas. Desta vez, o político é acusado pelo Ministério Público do Paraná (MPPR) de improbidade administrativa. A denúncia é de 15 de outubro.

Segundo denúncia oferecida pela Promotoria de Justiça da Comarca de Tibagi, cidade de 20,5 mil habitantes a 1.261 quilômetros da capital federal, Rildo e outras cinco pessoas são acusadas de participar de esquema de contratação ilegal de uma empresa para confecção de 1.021 fantasias, adereços e enfeites carnavalescos, além de quatro carros alegóricos para o Carnaval de 2017.

Ao todo, de acordo com o MPPR, o grupo teria gasto R$ 126.781 dos cofres públicos com o contrato. A irregularidade, conforme o órgão, se deu durante o processo de escolha da empresa que cuidaria da atividade. O Ministério Público paranaense afirma que a administração pública da cidade “dispensou indevidamente a realização de certames licitatórios que possibilitavam a livre concorrência”. A ação teria sido orquestrada para beneficiar a empresa escolhida.

A denúncia afirma que o prefeito foi “o agente responsável pela ratificação, homologação e adjudicação dos procedimentos licitatórios”, ou seja, de acordo com o órgão, era responsabilidade de Rildo “a correta, transparente e eficiente utilização dos recursos públicos”, o que não ocorreu. Ele ainda é acusado de “causar prejuízo ao erário”.

A reportagem procurou a Prefeitura de Tibagi (PR) para comentar as acusações, mas o órgão não havia respondido até a última atualização desta matéria. O espaço está aberto para eventuais manifestações.

Em abril deste ano, o Metrópoles mostrou o vídeo em que Rildo aparece fazendo sexo oral em um elevador no Setor Hoteleiro Sul. O prefeito estava na capital para participar do evento Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios.

As gravações mostram o momento exato em que o político se relaciona com a mulher, supostamente uma garota de programa, que lhe acompanha no trajeto. O flagrante ocorreu na madrugada de 4 de abril, dias antes do início oficial do encontro.

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