HAPPY HOUR: Em livro Janot diz que tomava uns goró na PGR e depois "todos voltavam ao trabalho"

Um bar com bebidas alcoólicas em sala anexa ao próprio gabinete, na Procuradoria Geral da República (PGR), pode render dissabores a Rodrigo Janot. Em seu livro, onde também revela o plano de matar o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, Janot conta que foi na “Farmacinha”, o bar do seu gabinete, onde saboreou pela primeira vez as gravações de Joesley Batista com o então presidente Michel Temer. “Batemos ao teto!”, exultou um auxiliar na Farmacinha. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Janot relata no livro que às vezes reunia sua equipe na “Farmacinha” e “todos voltavam ao trabalho” após “uma dose de qualquer bebida”.

“Para tudo, moçada! Todo mundo para a Farmacinha, sô!”, dizia Janot quando queria a equipe participando de uma “solução heterodoxa”.


“Farmacinha”, disse Janot, foi o “nome carinhoso” que deu à geladeira com bebidas usada para “incrementar” sua sala de descanso.

Ao definir a “Farmacinha”, Janot afirmou que mantinha “vinho, cerveja, uísque, cachaça, rum, vodca, gim etc”. Só faltou explicitar o “etc”.


Os trechos abaixos foram retirados dos capítulos 17 e 20, onde o ex-PGR dá detalhes do uso e conteúdo da “farmacinha”.Este trecho é reproduzido do capítulo 17 do livro d
e Rodrigo Janot, “Nada mais que tudo”.

Este trecho integra o capítulo 20 do livro do ex-procurador geral da República.

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