PONTO ELETRÔNICO: Enquanto se discute controle de frequência paciente com câncer frequenta um banco do JPII

No início do ano o Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO) anunciou a doação de R$ 50 milhões para construção do Hospital de Emergência e Urgência de Rondônia (HEURO), dinheiro que era para construção da Escola de Constas do TRE-RO. Até agora, ninguém sabe, ninguém viu.

Dias depois dessa doação o Secretário de Saúde do Estado, Fernando Máximo, comunicou a população uma medida para diminuir a superlotação e amenizar a situação dos pacientes até então nos corredores e até na garagem daquela unidade hospitalar: a contratação de leitos de hospitais particulares para atender principalmente aqueles pacientes que se encontrava pelos corredores e área externa do JPII.

Tudo leva a crer que o remédio produziu efeitos colaterais; a situação voltou ao estado de penúria, com corredores e outras dependências nada salubres servindo de enfermarias.

Um internauta postou a foto de uma idosa de 80 anos, com câncer, sendo medicada em um banco sem as mínimas condições para uma pessoa na idade dela e com a enfermidade da qual buscou tratamento. Além de desumano e muita irresponsabilidade das autoridades do estado.

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