MULTIPLIQUE POR 3: Governo estima que obra do novo Heuro dure 4 anos


Após o Tribunal de Contas de Rondônia (TCE-RO) anunciar a doação de R$ 50 milhões para a construção do Hospital de Emergência e Urgência de Rondônia (Heuro) em Porto Velho, o governo do estado informou nesta quinta-feira (6) que a obra da unidade deve durar cerca de quatro anos.

O anúncio do prazo foi dado em uma coletiva de imprensa realizada no Palácio Rio Madeira, e contou com a participação do governador Marcos Rocha (PSL) e Edilson de Souza Silva, presidente do TCE.

À Rede Amazônica, Marcos Rocha estima que a obra dure os próximo quatro anos, porém o governo vai tentar reduzir esse prazo pela metade, para dois anos.

Ainda segundo Rocha, uma comissão está trabalhando para sanar irregularidades no projeto inicial e depois iniciar as obras do Heuro na capital.

Para legalizar o repasse do TCE ao governo, a Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO), através do presidente Laerte Gomes, está criando um fundo especial, onde os R$ 50 milhões serão depositados.

Durante coletiva, o presidente do TCE, Edilson de Souza Silva, afirmou que o órgão vai fiscalizar "bem de perto" a construção do novo pronto-socorro de Porto Velho, pois o órgão abriu mão de um prédio novo e repassou o dinheiro para o governo ajudar a saúde da capital.

Doação do TCE

O TCE anunciou a doação ao governo do estado no último dia 31 de maio. Segundo o Tribunal, o recurso doado foi juntado durante alguns anos pela corte, para a construção de um novo edifício-sede.

O prédio de 12 andares do TCE seria construído na Avenida Presidente Dutra, bairro Pedrinhas, onde o tribunal possui um terreno. No local, atualmente o TCE está construindo um anexo de um pavimento, orçado em R$ 3,5 milhões.

Além do dinheiro para a obra do hospital, o TCE pretende doar outros R$ 25 milhões para o fundo da previdência do estado. Parte desse recurso será levantado com a venda das sedes regionais do TCE em Ariquemes (RO), Cacoal (RO), Ji-Paraná (RO) e Vilhena (RO). Os servidores dessas cidades serão removidos para Porto Velho.

g1

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