MUDOU PARA PIOR: Confúcio continua em sua saga de acabar com concurso público e estabilidade do servidor

“Não dá para segurar [...] o privilégio de um ser estável, pouco produtivo, e o outro, além de ganhar menos, poder a qualquer momento ser dispensado e substituído”, declarou

Porto Velho, RO – Para quem acompanha as manifestações do agora senador Confúcio Moura, do MDB, em seu blog homônimo, a manifestação da última terça-feira (07) não soou como novidade.
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Quando governador do Estado de Rondônia, o emedebista já havia declarado em diversas ocasiões o seu descontentamento com direitos adquiridos e garantias fundamentais relacionadas aos servidores públicos – todas encartadas à Constituição Federal (CF/88).

Em agosto de 2017, por exemplo, Moura chegou a dizer que o Brasil precisa parar com os concursos públicos.

A reportagem foi publicada pelo Rondônia Dinâmica à ocasião.

RELEMBRE
Confúcio ‘chuta o balde’ e diz que Brasil precisa parar com concursos e acabar com estabilidade no serviço público

A diferença é que agora Confúcio Moura tem condições de transformar sonho em realidade, porquanto o status de legislador lhe confere a competência para articular seus intentos. Mais recentemente, e já na condição de congressista, retornou à pauta destacando no texto intitulado “Assunto inadiável”, entre outros pontos, a seguinte frase:

E AINDA
Agora senador da República, Confúcio, que já criticou concursos e estabilidade no serviço público, volta a condenar direitos adquiridos

“Estes benditos ‘direitos adquiridos’ terão que ser encarados. Porque não pode existir direito adquirido que seja maior que a miséria e a quebradeira dos Estados. Este negócio de ‘coisa julgada’ ser indiscutível, também, isto, talvez, possa ser muito bom, para países bem sólidos e responsáveis”.

“A estabilidade é contra o interesse público”

Agora, na postagem denominada “Reformar para viver”, Confúcio Moura retorna ao tema em tom mais genérico e belicoso, dando a entender que servidores públicos são privilegiados e poucos produtivos.

A solução, de acordo com ele, é equipará-los aos moldes dos profissionais ligados à iniciativa privada.

“A política de pessoal no serviço público deve ser revisada. Estabilidade no emprego público deve ser igual ao setor privado. Não dá para segurar por mais tempo, o privilégio de um ser estável, pouco produtivo e o outro, além de ganhar menos, poder a qualquer momento ser dispensado e substituído por outro”, asseverou.

Em seguida, o senador complementou com uma frase sem desfecho que, mesmo avaliada no contexto do parágrafo inteiro, carece de nexo e sentido: “As reformas – todas elas, previdência, trabalhista, tributária, sindical, política, como também, ajustes importantes na Constituição”.

Por fim, sacramentou: ”A estabilidade é contra o interesse público”.


Autor / Fonte: Rondoniadinamica

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