DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS: Pai de estudante morto em Suzano, preso, não foi ao enterro por falta de escolta, para o Lula teve

Preso a 650 quilômetros de Suzano (SP), Douglas Leandro Clizesqui não via o filho Douglas Murilo há mais de nove anos e não esteve no enterro do garoto, morto no massacre de Suzano.

De acordo com a família, o pai precisaria de escolta, transporte e quase 8 horas de viagem para chegar de Flórida Paulista, no interior do estado, até o cemitério Colina dos Ipês, em Suzano, onde o corpo de Douglas Murilo foi sepultado. Mas nada disso foi disponibilizado.

Sandra Aparecida, que é tia de Murilo, afirma que o pai do garoto teve a saída autorizada, mas a escolta exigida para o transporte de presos não foi liberada a tempo. Em nota, a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) de São Paulo disse que a “escolta não foi realizada por falta de condições operacionais”

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