DESABASTECIMENTO A VISTA: Com medo do isolamento Tião Viana disse que o levantamento da BR 364 foi esforço dele

Com a constante ameaça de um novo isolamento do Acre pela inundação da BR-364 provocada por cheias do rio Madeira, o governo Sebastião Viana (PT) anunciou que teve papel essencial nas obras de elevação dos trechos, em sua parte em Rondônia, mais vulneráveis a ficar tomados pela água. A BR-364 é a única interligação rodoviária do estado com o restante do país.

Em 2014, o Acre ficou completamente isolado do Brasil com a BR-364 submersa na região rondoniense do Abunã. A população sofreu com o racionamento de combustível e gás. Os supermercados também ficaram com estoque ameaçado. Só não ocorreu o colapso pois alimentos e medicamentos foram transportados em aviões da Força Aérea Brasileira (FAB).

A cada período do “inverno amazônico”, a elevação do rio Madeira preocupa as autoridades acreanas, pois há o risco de outra vez a rodovia ficar intrafegável. Para evitar a situação, o consórcio que administra a Usina Hidrelétrica de Jirau, a Energia Sustentável do Brasil (ESBR), realiza obras que elevaram em dois metros o nível da rodovia nos trechos mais baixos
De acord.o com a assessoria do governo do Acre, as obras são esforço direto de articulações políticas da gestão Sebastião Viana. Apesar de estar em Rondônia, o estado vizinho tem pouco interesse na área por não se apresentar como estratégica do ponto de vista econômico.
Outra ação do Palácio Rio Branco resultou na criação, em janeiro deste ano, do Comitê Nacional de Crise da Bacia do Rio Madeira – instrumento de monitoramento dos extremos climáticos e das hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio. O comitê reúne órgãos federais, acreanos e rondonienses.

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